Guias sobre nomes
11 textos sobre como escolher um nome, o que a lei brasileira permite no registro e como funcionam as tradições onomásticas por trás do acervo. Escritos para responder às perguntas que aparecem antes e depois de olhar uma lista de nomes.
Como escolher o nome do bebê: um método em sete perguntas
Quase todo casal começa com uma lista grande demais e trava. Este roteiro inverte a lógica: em vez de procurar o nome perfeito, vai eliminando o que não serve.
Registro de nome no Brasil: o que a lei permite e o que o cartório pode recusar
A lei brasileira é mais permissiva do que a fama sugere — e mais restritiva em pontos que quase ninguém conhece. O que vale, na prática, na hora de registrar.
Nomes compostos: por que o Brasil gosta tanto deles e quais combinações funcionam
O nome composto é uma marca da onomástica brasileira. Entender por que ele se firmou aqui ajuda a montar combinações que funcionam de fato.
Como o nome combina com o sobrenome: ritmo, tônica e os erros que só se ouvem
A maioria das pessoas escolhe o nome isolado e só depois descobre que ele não combina com o sobrenome. Dá para prever isso com quatro verificações.
O que quer dizer "origem" de um nome, e por que as listas discordam tanto
Origem de um nome não é uma informação simples. Entender como a etimologia funciona explica por que as listas se contradizem — e ajuda a ler qualquer uma delas com critério.
Como as modas de nome se formam e por que elas duram cerca de trinta anos
Nomes seguem ciclos previsíveis. Entender o mecanismo ajuda a prever se a escolha de hoje vai soar datada — e a decidir se isso importa.
Nomes bíblicos: como o hebraico, o grego e o aramaico chegaram ao português
Boa parte do repertório de nomes do Brasil é hebraica de origem — mas chegou até nós deformada por três línguas. Entender esse percurso explica muita coisa.
Por que tantos nomes brasileiros são germânicos sem parecer
Depois dos bíblicos, os nomes germânicos são o maior grupo do repertório brasileiro. Eles chegaram por invasão, não por imigração — e vieram com uma lógica de montagem própria.
Nomes árabes: a raiz de três letras e a herança que o português carrega
A língua árabe constrói nomes a partir de raízes de três consoantes. Entender esse mecanismo torna transparente uma tradição inteira — a segunda maior do nosso acervo.
Nomes japoneses: por que o significado está na escrita, e não no som
Um nome japonês não tem um significado — tem tantos quantos forem os kanji com que pode ser escrito. Isso muda completamente como essas listas devem ser lidas.
Nomes indígenas brasileiros: tupi, guarani e o que o Romantismo fez com eles
Iara, Jaci, Moema, Ubirajara. Muitos nomes indígenas do repertório brasileiro chegaram pela literatura do século XIX — e alguns ganharam significados que a língua não sustenta.